Vbar – O Blog do Vini

Game Over

Outubro 25, 2009 · Deixe um comentário

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Apresento-lhes: Venix!

Setembro 24, 2009 · 1 Comentário

Alguns já devem conhecer, outros não. Há muito tempo atrás, em um fórum aleatório que reuniu amigos e fez inimigos de toda a parte do Brasil, surgia Venix Raven, o personagem alterego deste que vos escreve. Ele nada mais é do que minha própria manifestação exagerada e egocêntrica. Venix faz o que eu não faço dentro de minha cabeça, em um mundo abstrato e alternativo, das formas mais bizarras – ou não – possíveis.

De lá para cá, muitos contos e histórias surgiram, seja por e-mail, por postagens em blogs, mas principalmente em idéias. Uma delas era a de criar tirinhas em quadrinhos mesmo, desenhada pelo meu amigo Carlos Ornellas. Mas como ele é muito ocupado e eu não acho ninguém que queira fazer tirinhas pro meu blog, eu resolvi criar os Trechinhos. Presumo que você já tenha idéia do que se trata, do contrário, acompanhe a seguir e bem-vindo ao mundo de Venix.

-

Trechinhos nº 1 – Trabalho levado a sério!

A cidade de Collona já tinha sido um lugar pacato, mas como nada dura para sempre, a calmaria teve seu fim com a chegada de grupos de terroristas com forças sobre-humanas, que você deve conhecer como mutantes, aberrações, freaks, criaturas, enfim, cada um dá o nome que quer a elas. Em contrapartida, os conhecidos por super heróis também vieram para balancear o mundo, como todo clichê de história desse tipo. Venix é um desses heróis. Junto de seus amigos, prometeram manter a ordem em Collona e dar um ponto final à bandidagem.
Já estava bem tarde e do alto do Edifício Cambria, o mais alto da cidade, Venix observava a movimentação em busca de atitudes suspeitas. Um grito chamou sua atenção e em seguida, escutou disparos do que parecia ser uma energia muito forte. Se concentrando, descobriu que a origem do tal grito teria vindo de um bar na esquina próxima e saltou, puto, do alto do prédio.
Chegando ao local, abriu as portas com força e os gritos cessaram no mesmo instante.
_ Eu simplesmente não acredito! – Disse Venix a dois rapazes mais a frente – O que vocês estão fazendo aqui já?
_ Relaxa, Venix! – Disse o mais alto, sorrindo – Já está tarde, nós dois viemos nos divertir um pouco.
_ Ai, esse povo da cidade grande é sempre estressado! – O mais baixo, com cabelos enrolados comentou enquanto ria – Por isso prefiro o mar.
_ Porra! – gritou Venix – Podiam ao menos ter chamado para jogar aqui com vocês. A próxima ficha eu pago, mas não se acostumem!

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Alguns já devem conhecer, outros não. Há muito tempo atrás, em um fórum aleatório que reuniu amigos e fez inimigos de toda a parte do Brasil, surgia Venix Raven, o personagem alterego deste que vos escreve. Ele nada mais é do que minha própria manifestação exagerada e egocêntrica. Venix faz o que eu não faço dentro de minha cabeça, em um mundo abstrato e alternativo, das formas mais bizarras – ou não – possíveis.

De lá para cá, muitos contos e histórias surgiram, seja por e-mail, por postagens em blogs, mas principalmente em idéias. Uma delas era a de criar tirinhas em quadrinhos mesmo, desenhada pelo meu amigo Carlos Ornellas. Mas como ele é muito ocupado e eu não acho ninguém que queira fazer tirinhas pro meu blog, eu resolvi criar os Trechinhos. Presumo que você já tenha idéia do que se trata, do contrário, acompanhe a seguir e bem-vindo ao mundo de Venix.

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Trechinhos nº 1 – Trabalho levado a sério!

A cidade de Collona já tinha sido um lugar pacato, mas como nada dura para sempre, a calmaria teve seu fim com a chegada de grupos de terroristas com forças sobre-humanas, que você deve conhecer como mutantes, aberrações, freaks, criaturas, enfim, cada um dá o nome que quer a elas. Em contrapartida, os conhecidos por super heróis também vieram para balancear o mundo, como todo clichê de história desse tipo. Venix é um desses heróis. Junto de seus amigos, prometeram manter a ordem em Collona e dar um ponto final à bandidagem.

Já estava bem tarde e do alto do Edifício Cambria, o mais alto da cidade, Venix observava a movimentação em busca de atitudes suspeitas. Um grito chamou sua atenção e em seguida, escutou disparos do que parecia ser uma energia muito forte. Se concentrando, descobriu que a origem do tal grito teria vindo de um bar na esquina próxima e saltou, puto, do alto do prédio.

Chegando ao local, abriu as portas com força e os gritos cessaram no mesmo instante.

_ Eu simplesmente não acredito! – Disse Venix a dois rapazes mais a frente – O que vocês estão fazendo aqui já?

_ Relaxa, Venix! – Disse o mais alto, sorrindo – Já está tarde, nós dois viemos nos divertir um pouco.

_ Ai, esse povo da cidade grande é sempre estressado! – O mais baixo, com cabelos enrolados comentou enquanto ria – Por isso prefiro o mar.

_ Porra! – gritou Venix – Podiam ao menos ter chamado para jogar aqui com vocês. A próxima ficha eu pago, mas não se acostumem!

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Like a child! Do not behave!

Agosto 7, 2009 · 5 Comentários

Adoro momentos em que me sinto como uma eterna criança.

Hoje foi um dia bastante agradável. Tenho me adaptado ao serviço, mesmo não gostando. Aprendi uma lição importante com o Carlos (grande amigo meu, ilustrador, que você pode conferir os trabalhos dele CLICANDO AQUI), há muito tempo atrás, que nunca me esqueci e que constatei ser verdade durante um tempo: Quando nós fazemos algo que não gostamos com má vontade, preguiça e tal, chega o momento que, fazendo o que nós amamos de paixão, não conseguimos executá-lo com prazer, pois o cérebro está condicionado a não gostar de algo, ou seja, você virou um preguiçoso. Por isso a dica, faça tudo com boa vontade e de bom humor. É o melhor, sempre! Além disso, o dia fica bem mais agradável.

Continuando, no último dia 19 de março havia feito uma promessa a São José, em troca de uma intenção: Não comeria pizza durante um ano. Os dias foram passando, a tortura aumentando e acabei substituindo pizza por esfiha. Pensei: “Pizza, pizza. Esfiha, esfiha.” Rá! Engano meu em achar estava certo. Afinal, tudo é a mesma coisa. Ou seja, promessa agora só ano que vem.

Então, durante a noite de hoje, resolvi comer pizza. Combinamos lá com a galera, desci para lá e, como uma criança querendo doce, pedi a pizza. Arrumei a mesa, garfos e ansiosamente esperei pela buzina de moto. Corri para pegar a entrega e devorei cada pedaço com prazer. Foi a pizza mais gostosa do mundo, mesmo que ainda precise de uma com a borda recheada. Sim, gente: vocês estão lendo o blog de um gordinho. Comida é assunto sim!

O lance é que me senti uma criança saindo de um castigo. Corri para brincar com os amigos e devorar aquela pizza. Cheguei em casa e resolvi relembrar os velhos tempos com música, viva Geri Halliwell e as Spice Girls, que marcaram a infância e adolescência animada e dançante deste que vos escreve. Raros os momentos em que eu não estava escutando “Who do you think you are” ou “Spice Up Your Life” no meu discman velhinho, com adesivo do Wolverine, sem anti-choque. O caminho inteiro da escola, segurando o treco com a maior cautela para a música não pular. Benditos sejam os iPod da vida.

Claro que eu não poderia deixar sem um clipe delas aqui. E bendito seja, também, E maldito seja o Youtube, por não deixar o colocar o clipe oficial, tive que pegar uma apresentação ao vivo:

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Seu passado te condena?

Agosto 1, 2009 · 8 Comentários

Tive vergonha de mim mesmo enquanto analisava meus blogs antigos, os textos, as besteiras que escrevia. Vergonha de como era infantil, bobo. Já fui Venix Raven, ViniPlus, Ride It, FrozenPlus, Vinni, Sócio Majoritário, MVbar e agora Vbar, o qual estacionei e saio daqui somente por um revival do MVbar, blog que mais valeu a pena.

Claro que todos os outros valeram a pena e contam como experiência. É engraçado até ler minhas primeiras impressões com o DS prata em mãos, como reclamava da vida quando o assunto era amor, quando alguém brigava comigo, quando meus pais brigavam. Nossa, eu era emo. Que medo. E ninguém me avisava! E ae, gente? Eu avisaria, acho! Enquanto a Márcia postava belos textos, poesias, recomendações de livros, eu falava do novo cd da Madonna, do clipe novo da Britney, de como meu final de semana jogando vídeo game com os amigos tinha sido legal, como tal jogo era bom, como isso era, aquilo era, como era chato não sei o quê. Hahaha… Li algumas coisas com o Lipe e demos muita risada da criança em tamanho gigante que escrevia todas aquelas besteiras, que hoje são motivos de risada (preciso realmente tirar do ar).

Era ingenuidade. Uma ingenuidade que hoje deu lugar a um rapaz maduro, um futuro jornalista que já atua na área que quer, tem textos em publicações de games por aí, um Nintenérdico, aprendiz do Jogo-Duro etc. Claro que ainda tenho muito a aprender, a ensinar, a evoluir, a crescer, mas tudo no seu tempo e o meu é esse que vai passando vagarosamente, junto a tudo, divertindo muito, rindo pra cacete e muito mais.

Olhem só. Estou aqui em Peruíbe, terminando uma semana de férias na qual passei recluso dentro de casa, por conta da chuva e frio que não ficaram em São Paulo quando desci. Assisti bons filmes, descobri que meu irmão nem é tão chato ou arrogante quanto parece (Lipe me mata se ler isso) e ainda deu tempo para ficar de pé ao lado da porta, olhando a chuva e fazer um grande balanço de tudo. Deu a curiosidade de ler os blogs, dar muita risada com tudo e ainda ter o pensamento leonino egoísta e arrogante de “Nossa, sou muito melhor que isso hoje em dia”. Adoro ser leonino. RS.

Se o meu passado me condena? Lógico que não. É apenas aprendizado. A base para olhar e melhorar cada vez mais.

E eu ainda gosto de Madonna:

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Michael Jackson

Junho 26, 2009 · 6 Comentários

Nunca pensei que escreveria um texto homenagem ao Rei do Pop, por conta do seu falecimento antes de 2020. Para mim, não sei se pelo fato de ser fã de carteirinha, Michael era imortal.

michaeljackson

Lembro que era muito pequeno e meu primo Flávio tinha o vinil de “Thriller” e eu sempre pedia para ele tocá-lo para que escutasse em sua casa. Michael sempre foi uma sensação a parte para mim e “Thriller” é meu álbum favorito até hoje.

Quando veio ao Brasil, lembro que na então Rede Manchete passou um especial e acompanhei grudado na televisão, assistindo todos os clipes feitos até aquela época. Fiquei até tarde assistindo ao show no SBT, aquela loucura toda. Adoro até hoje (e quem não?) o famoso clipe de “Thriller”, faço os passinhos de “Billie Jean” pela rua e tento me entortar todo quando escuto “Smooth Criminal”.

NJNEW NEWARK STAR LEDGER

Vibrei quando vi o clipe de “Scream” pela primeira vez, com a participação de sua irmã Janet, e até assisti ao Gugu, acompanhando as gravações de “They don’t care about us” aqui no Brasil. Achei o máximo “Beat It” ser uma faixa presente em Guitar Hero: World Tour, assim como “ABC” estar em Rock Band: Unplugged. Sem contar o remix da mesma música presente no jogo de dança em Rayman Raving Rabbids TV Party, para o Nintendo Wii. Eu tinha uma grande esperança de vê-lo em um show aqui no Brasil e cantar, pular e dançar como fiz no show da Madonna.

Não importa por onde tenha passado, Michael Jackson foi uma sensação à parte, com suas músicas e coreografias contagiantes, contagiando o mundo. Bizarrices a parte, ele nunca deixou e não deixará de ser tão cedo, Rei do Pop. Derramo lágrimas escrevendo este, tamanha minha emoção ao falar de um ícone valioso em minha influência musical.

Termino esse deixando o link para ver meu vídeo favorito, THRILLER e deixo aqui o clipe de Scream, com a Janet Jackson:

Para sempre Michael Jackson!

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Madonna – Sticky & Sweety Tour 2008 – As nossas aventuras no show da véia!! (Por Resisa)

Abril 30, 2009 · 4 Comentários

Quase após um ano do show, consegui postar o texto que minha amiga Renata fez, contando nossa aventura no dia 18 de Dezembro de 2008, no show da Madonna!! Beijos, abraços e boa leitura!!!

————-

A convite do meu amigo Vini, estou aqui para contar (e talvez tentar transmitir as diversas emoções que senti, que sentimos) o que foi o que apelidei “carinhosamente” de MARADDONA, a verdadeira maratona para ver Madonna, haha. Foram diversos acontecimentos, que nos causaram raivas, xingos e eu estava começando a acreditar em uma conspiração nos impedindo de assistir ao show. Mas que agora são fatos lembrados com risadas e acredito que se tudo o que passamos não tivesse acontecido, talvez nossa MARADONNA não teria sido tão inesquecível.

A confusão já começou na compra dos ingressos, desde que foi anunciada a vinda da “Maddie” ao Brasil, Vini e eu já queríamos comprar, mas aconteceram alguns “probleminhas” e essa compra foi adiada, já estava conformada em ter que assistir alguns trechos do show da Maddie pela TV. Eis que em uma bela quarta-feira (dia 03/12) recebo uma ligação do Vini. Antes mesmo de falar alô, Vini me pergunta:

_ Rê vamos no show da Maddie?

_ EU: (Pausa para respirar) SIM, vou me fu* de grana, mas nós vamos.

Ok, havíamos decidido, restava agora comprar os ingressos pela Ticketmaster (moramos em Bagulho´s City, não havia venda de ingressos aqui), comprei os ingressos, agora era só esperar (e que espera, pqp viu), resumindo, conseguimos os ingressos, bastava apenas esperar…

Quarta-feira| 17/12/2008

2 horas da matina, não consigo dormir, a ansiedade toma conta.

Quinta-feira | 18/12/2008

O GRANDE DIA CHEGOU /

O combinado era:

Vini me pegaria em casa, de lá iríamos p/ a casa da Cris que fica longe da nossa, deixaríamos o carro lá e iríamos com o carro da Cris para o Morumbi.

06:30 – To de pé

08:00 – Tá todo pronto, só basta esperar o Vini.

09:00 – Cadê o Vini??

09:15 – Manow não vamos ver o show.

09:30 – Vini liga, isso me acalmou um pouco.

10:00 – Vini grita no portão, VAMO EMBORA CARAI (como se eu fosse a atrasada haha)

10:15 – Vini “a milhão” na Dutra (eu só tinha uma certeza, meu santo é forte haha)

11:00 – Nos perdemos e acabamos voltando p/ Bagulho´s City.

11:40 – Após muitas ligações, muitos caminhos errados, muitos xingos e risadas, chegamos a casa da Cris.

1

Cris e Dêssa

13:00 – Após muitas informações erradas, muitos caminhos errados, muitos xingos, briga de trânsito, e risadas (ao som de “Maddie” é claro), chegamos ao Morumbi.

2

Galerinha que nos ajudou.

Vou tentar resumir o máximo o que foi a nosso “dia” na fila.

Quando chegamos lá, a fila estava dando volta no estádio (Tipo, fudeu né? Pensei).

Acho que neste momento fazia uns “50” graus, no “pique” do deserto do Saara mesmo, galera (Tá legal, eu sou exagerada, mas estava “mó” quente mesmo), pensem em uma galera sem água, sem nada na “pança”, sem protetor solar, sem óculos de sol e nesse calor?

Vocês devem estar pensando:

_ Nossa que burros, não são precavidos.

Gente, o tempo tava mó feio, só foi a gente pisar no “Morumba” que o sol saiu. (Só estava esperando a gente haha).

Ficamos horas e horas na fila, durante essas horas vimos de tudo, inclusive a cover (traveco) da Maddie (Quando vi pensei: “Maddie from HELL” haha).

Muitas risadas e muitas fotos também.

31Só a Cris que não estava de diabinho!

41Madonna Rangers!

51A borboleta pousou na perna do Vini!

As 18 e alguma coisa, começa a gritaria, abriram os portões, entre correria, gritos, risadas, somos parados e Vini dá uma entrevistinha para o Pânico na TV hauhaua, passamos pela segurança, é agora minha gente, e começou a maratona em busca de um lugar bom para ver Maddie, era gente caindo, era empurra-empurra, era Vini gritando, era Vini reclamando da corrida, era muita emoção hahaha.

Pronto, conseguimos um ótimo lugar, agora é só esperar.

Eu nunca tinha estado em um estádio de futebol. É muiiito legal! Tinha muita, mas muuuuuuuuita gente, mais gente do que vocês possam imaginar, mais gente até do que no “piscinão de Ramos” em alta temporada. 70 mil pessoas? Aloouu???

Enquanto as 70 mil pessoas esperavam a Madonna chegar, se distraiam tirando fotos, cantando, falando merda e fazendo “OLAS“!

As “OLAS” eram lindas! Começava na ponta da outra arquibancada e ia até a outra e, ainda terminava com uma salva de palmas geral, com direito a muitos gritos do mar de gente das pistas… lindo demais, só alegria!

O início do show estava previsto para as 20:00, masssss nem tudo é perfeito.

20:30 – Nada de Maddie. Dor nos pés, nas costas, fome (Tudo isso pq o pacotinho de Ruffles custava 5 conto, o copinho de água 5 conto, ALOUU, tudo muiiiito caro, fiquei com medo, pensei que fossem cobrar o ar que respirava, mas tudo bem, todo o esforço ia valer a pena, era isso que eu repetia para mim, para poder agüentar tudo aquilo).

20:50 – Apareceu o DJ Paul Oakenfold, a galera deu uma animada, mas depois da 4º música ninguém tava agüentando, e começaram a gritar : “Queremos Maddie porra, Queremos Maddie porra” (Tá legal, não gritaram isso, mas foi por pouco haha).

21 e alguma coisa- Eu não conseguia mais raciocinar, nem sabia mais que horas eram, sabe quando começa a bater o arrependimento?

Sabe quando seu corpo e alma estão tão cansados que vc só quer cama?

Quando você começa a se perguntar: “O que eu estou fazendo aqui?

Quando bate o desespero e você começa a ficar “puto” da vida?

Eu só pensava: “Esse show que não começa, to quase desmaiando, e essa véia não aparece, não devia ter vindo, joguei dinheiro fora”.

E o Vini: “Caraio, não guento mais! Ainda restam 2 horas até essa merda acabar”

Gente isso é para vocês verem de como estávamos cansados, começamos até a “odiar” a Maddie por causa da demora, vocês tem noção? Huauahuhuaha

22 e pouquinho: Apagam-se as luzes. Sabe quando você desperta?

Foi mais ou menos isso, o coração começou a acelerar, os painéis a se movimentar com um vídeo e o TIC TAC TIC TAC a tocar, até que ELA surge, sentada em seu trono, só que usando uma cartola em vez de sua coroa. Não sentia mais dor, cansaço, stress, fome, não sentia mais o aperto da galera, não sentia mais o povo tentando subir em meus ombros, NÃO SENTIA NADA, A NÃO SER A EMOÇÃO DE ESTAR ALI, não pude me conter, quando vi já estava chorando, e quando olhei para trás lá estava o gigante aos prantos também e não só nós 2, mas grande parte do estádio. É inexplicável na verdade, por mais que eu detalhe como foi o show, só quem foi sabe. A GALERA FOI A LOUCURA. Eu sabia que iria.

Olha eu sabia que iria ser complicado assistir ao show da Maddie, mas nem tanto.

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Estádio do “Morumba quase vazio”

Quando as luzes do estádio apagam e as do palco acendem (além de dois M roxos, gigantes nas laterais do palco), todo mundo fica maluco. Eu disse MÁ-LÚ-CÔ! Começa uma apresentação em vídeo com uma bala que vai rolando e aquele bendito TIC TAC TIC TAC… Até que finalmente a Madonna aparece, sentadinha na poltrona, durante a música “Candy Shop”.

O show se divide em 4 partes, com 4 trocas de roupa:

7

Gangsta Pimp – Art Deco
“Candy Shop”
“Beat Goes On”
“Human Nature” – com “Britânia”Spears no vídeo do telão
“Vogue” (mixado com o instrumental de “4 Minutes” e “Give It to Me” de Timbaland)

8

80’s – Old School
“Die Another Day” – Madonna não está no palco, passa um vídeo dela de boxeadora no telão
“Into the Groove”  (com samples de “Jump” e “Toop Toop”)
“Heartbeat”
“Borderline”
“She’s Not Me”
“Music” (Fedde Le Grand Mix: Put You’re Hands Up to Detroit)

9

Gypsy
“Rain” (com pedacinhos de “Here Comes the Rain Again”) - só vídeo no telão, nada de Madonna no palco
“Devil Wouldn’t Recognize You” – essa apresentação é FABULOSA! Explico abaixo em “cúpula maluca”
“Spanish Lesson”
“Miles Away”
“La Isla Bonita” (contém samples de Lela Pala Tute) - Aí aparecem uns tiozinhos mexicanos hehe, músicos que acompanham a Madonna nessa música, e que ficam tocando músicas pentelhas espanholas-ciganas
“You Must Love Me”

10

Futurisc – Rave
“Get Stupid” – Madonna não tá no palco! NOVAMENTE! =S
“4 Minutes”- Maddie aparece vestida de “Shena a princesa guerreira”, com direito a Justin nos telões.
“Like a Prayer” (contém elementos de “Don’t You Want Me” e “Feels Like Home”)
“Ray of Light” – Fodaaaaaa
“Express Yourself” - Essa música é a platéia que “escolhe”.

“MÁRCHO”, como Maddie pronunciou “Márcio”, escolheu Like a Virgem, a galera foi a loucura, Maddie até errou a letra: “OOPS”,ela disse, mas a galera nem ligou, todo mundo estava transbordando felicidade. Bom mesmo foi ver a galera da pista VIP passando no telão, OMG, boa parte da galera from HELL, hauhuahua, algumas deixaram de comprar dentadura p/ pagar o show, pq vi uns 3 banguelos (nada contra galera, mas foi comédia huauahua).
“Hung Up” - Ela começa essa finalmente tocando a guitarrinha dela ehehe
“Give It 2 Me” Ahhh perfeita, com direito a camisa do Brasil, “suruba” com os dançarinos e todo mais.

Vini e eu não agüentamos, e começa a choradeira novamente, “porra ta acabando”.

As melhores partes:

- Quando a Madonna aparece, sentadinha num trono, e vc percebe que ELA ESTÁ ALI! CANTANDO ALI PERTINHO, DE VERDADE!

- Quando ela entra pulando corda incansavelmente no segundo bloco do show. Nenhum tropeçãozinho!

- Quando desce uma cúpula maluca, que exibe cenas de chuva, mas ao mesmo tempo é furadinha e dá pra ver a Madonna lá dentro. Êta troço incrível e indescritível!

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Cúpula maluca

- Depois de “La Isla Bonita” ela conversa com a platéia e diz que é uma das melhores que ela já teve e que quer voltar logo ao Brasil

- Quando durante “She’s Not Me” ela contracena com 4 dançarinas vestidas como “Madonnas antigas” e lasca um beijão na boca de uma delas

- Quando ela chama uma dessas dançarinas de puta!

- Quando umas telas mostram um Justin em tamanho real e ela interage dançando com ele “4 Minutes”. Juro que até essa parte eu ainda tinha uma esperança secreta de que o Justin estivesse em SP pra fazer uma participação especial. Uai, vai saber! Ele participou em Los Angeles…

- Quando ela finalmente toca guitarra, uma versão de “Hung Up” praticamente metaleira!!! (Ela brinca com guitarras diferentes durante os 4 atos do show, mas só finge que tá tocando…)

A melhor parte:

- A hora de “Like a Prayer” é a melhor parte do show inteiro. Nem sei explicar! A galera entra praticamente em transe cantando.

12

M da lateral do palco + Telão final

Concluindo: palco fantástico, iluminação absurda, músicas incríveis, coreografias

13

————–

E essa foi nossa ventura no dia 18 de Dezembro de 2008. Cris, Dêssa, Renata e eu nos divertimos pra caramba, conhecemos um pessoal muito bacana e nos emocionamos bastante!! 2008 fechou com chave de ouro!!! Obrigado Rê pelo texto!!!

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Namorar

Março 26, 2009 · 3 Comentários

solidao

 

“Quem não tem namorado(a) é alguém que tirou férias não remuneradas de si mesmo. Namorado(a) é a mais difícil das conquistas. Difícil porque namorado(a) de verdade é muito raro. Necessita de adivinhação, de pele, saliva, lágrima, nuvem, quindim, brisa ou filosofia. Paquera, gabiru, flerte, caso, transa, envolvimento, até paixão, é fácil. Mas namorado(a), mesmo, é muito difícil. Namorado(a) não precisa ser o mais bonito, mas ser aquele a quem se quer proteger e, quando se chega ao lado dele, a gente treme, sua frio e quase desmaia pedindo proteção. A proteção não precisa ser parruda, decidida, ou bandoleira: basta um olhar de compreensão ou mesmo de aflição. Quem não tem namorado(a) é quem não tem amor: é quem não sabe o gosto de namorar. Há quem não sabe o gosto de namorar. Se você tem três pretendentes, dois paqueras, um envolvimento e dois amantes; mesmo assim pode não ter nenhum(a) namorado(a). Não tem namorado(a) quem não sabe o gosto de chuva, cinema sessão das duas, medo do pai, sanduíche de padaria ou drible no trabalho. Não tem namorado(a) quem transa sem carinho, quem se acaricia sem vontade de virar sorvete ou lagartixa e quem ama sem alegria. Não tem namorado(a) quem faz pacto de amor apenas com a infelicidade. Namorar é fazer pactos com a felicidade, ainda que rápida, escondida, fugidia ou impossível de durar. Não tem namorado(a) quem não sabe o valor de mãos dadas, de carinho escondido na hora em que passa o filme, de flor catada no muro e entregue de repente, de poesia de Fernando Pessoa, Vinícius de Moraes ou Chico Buarque lida bem devagar, de gargalhada quando fala junto ou descobre meia rasgada; de ânsia enorme de viajar junto para a Escócia ou mesmo de metrô, bonde, nuvem, cavalo alado, tapete mágico ou foguete interplanetário. Não tem namorado(a) quem não gosta de dormir agarrado, de fazer cesta abraçado, fazer compra junto. Não tem namorado(a) quem não gosta de falar do próprio amor, nem de ficar horas e horas olhando o mistério do outro dentro dos olhos dele, abobalhados de alegria pela lucidez do amor. Não tem namorado(a) quem não redescobre a criança própria e a do amado e sai com ela para parques, fliperamas, beira d’água, show do Milton Nascimento, bosques enluarados, ruas de sonhos ou musical da Metro. Não tem namorado(a) quem não tem música secreta com ele, quem não dedica livros, quem não recorta artigos; quem gosta sem curtir; quem curte sem aprofundar. Não tem namorado(a) quem nunca sentiu o gosto de ser lembrado de repente no fim de semana, na madrugada, ou meio-dia do dia de sol em plena praia cheia de rivais. Não tem namorado(a) quem ama sem se dedicar; quem namora sem brincar; quem vive cheio de obrigações; quem faz sexo sem esperar o outro ir junto com ele. Não tem namorado(a) quem confunde solidão com ficar sozinho e em paz. Não tem namorado quem não fala sozinho, não ri de si mesmo e quem tem medo de ser afetivo. Se você não tem namorado(a) porque não descobriu que o amor é alegre e você vive pesando duzentos quilos de grilos e medos, ponha a saia mais leve, aquela de chita e passeie de mãos dadas com o ar. Enfeite-se com margaridas e ternuras e escove a alma com leves fricções de esperança. De alma escovada e coração estouvado, saia do quintal de si mesmo e descubra o próprio jardim. Acorde com gosto de caqui e sorria lírios para quem passe debaixo de sua janela. Ponha intenções de quermesse em seus olhos e beba licor de contos de fada. Ande como se o chão estivesse repleto de sons de flauta e do céu descesse uma névoa de borboletas, cada qual trazendo uma pérola falante a dizer frases sutis e palavras de galanteria. Se você não tem namorado(a) é porque ainda não enlouqueceu aquele pouquinho necessário a fazer a vida parar e de repente parecer que faz sentido.

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Purple Haze

Março 19, 2009 · Deixe um comentário

É assim que eu ando ultimamente. Purple Haze! Tenho escutando constantemente Hendrix e acho o cara FODA, sem muitos comentários!!!  Vou inclusive aderir o estilo Hendrix, em uma próxima festa a fantasia, vou de Hendrix!!!

Enjoy! “Jimi Hendrix – Purple Haze @ Woodstock”

Purple haze are in my brain
Lately things don’t seem the same
Acting funny but I don’t know why
Excuse me while I kiss the sky

Purple haze all around
Don’t know if I’m coming up or down
Am i happy or in misery?
What ever it is that girl putt a spell on me

Help me … help me oh I don’t know

Purple haze was all in my eyes
Don’t know if it’s day or night
You’ve got me blowin’, blowin’ my mind
Is it tomorrow or just the end of time

Who knows?
Help me
Yeah
Come on know
Tell me
Tell me

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Bye Bye – Mariah Carey [Vbar - Music Station Special Edition]

Março 13, 2009 · 5 Comentários

É duro perder alguém. Perder um pai, uma mãe, avós, algum melhor amigo… É sempre duro. Dizer Adeus para sempre, não poder ver, tocar aquela pessoa. Uma saudade infinita que bate fundo cada vez que vê uma foto ou tem uma lembrança, escuta alguma música.

No caso de hoje foi uma música que tocou forte em meu coração e meu deu uma saudade imensa do meu avô, vítima do câncer, do meu melhor amigo Alex, vítima de assassinato pelo próprio pai, da minha avó, vítima de Alzheimer, da Tia Lúcia mãe da Fabi, do Sr. Minerva, avô da Carol… De todos que foram muito importantes para mim e que agora estão em um lugar melhor, olhando para mim agora e desejando meu melhor.

A música que escutei foi “Bye Bye”, da Mariah Carey. Não gosto muito dela, por assim dizer, mas Fabi comentou que essa música era triste e, como nunca havia prestado atenção a letra, resolvi escutar hoje e prestar atenção. A música fala sobre como é viver aqui tendo alguém que já se foi, sobre como é difícil não ter aquela pessoa ao seu lado em um Natal, aniversário, numa formatura, enfim…

Essas lágrimas que caem agora, mostrando uma pura e infinita saudade, dedico a esses que citei, dos quais sinto tanta falta e dedico aos meus amores que estão comigo todos os dias, lado a lado nesse ato duro e difícil que é viver.

Segue o clipe da música, já legendado em português. A letra, para quem qusier, está logo abaixo.

CLIQUE AQUI PARA ASSISTIR!!!

This is for my people who just lost somebody
Your best friend, your baby, your man, or your lady
Put your hand way up high
We will never say bye (no, no, no)
Mamas, daddies, sisters, brothers, friends and cousins
This is for my people who lost their grandmothers
Lift your head to the sky ’cause we will never say bye

As a child there were them times I didn’t get it
But you kept me in line
I didn’t know why you didn’t show up sometimes on Sunday mornings
And I missed you, but I’m glad we talked through
All them grown folk things separation brings
You never let me know it
You never let it show because you loved me
And obviously there’s so much more left to say
If you were with me today face to face

I never knew I could hurt like this
And everyday life goes on like
“I wish I could talk to you for a while”
Miss you but I try not to cry as time goes by
And soon as you reach a better place
Still I’d give the world to see your face
And I’m right here next to you
But it’s like you’re gone too soon
Now the hardest thing to do is say bye bye
Bye, bye, bye, bye, bye, bye
Bye, bye, bye, bye, bye, bye
Bye, bye, bye, bye, bye, bye
Bye, bye

And you never got the chance to see how good I’ve done
And you never got to see me back at number one
I wish that you were here to celebrate together
I wish that we could spend the holidays together
I remember when you used to tuck me in at night
With the Teddy Bear you gave to me that I held so tight
I thought you were so strong
You’d make it through whatever
It’s so hard to accept the fact you’re gone forever

I never knew I could hurt like this
And everyday life goes on like
“I wish I could talk to you for a while”
Miss you but I try not to cry as time goes by
And soon as you reach a better place
Still I’d give the world to see your face
And I’m right here next to you
But it’s like you’re gone too soon
Now the hardest thing to do is say bye bye
Bye, bye, bye, bye, bye, bye
Bye, bye, bye, bye, bye, bye
Bye, bye, bye, bye, bye, bye
Bye, bye

This is for my people who just lost somebody
Your best friend, your baby, your man, or your lady
Put your hand way up high
We will never say bye (no, no, no)
Mamas, daddies, sisters, brothers, friends and cousins
This is for my people who lost their grandmothers
Lift your head to the sky ’cause we will never say bye

Vô ManoelMeu avô, Manoel Gomes

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From the Ashes!

Março 10, 2009 · 1 Comentário

Oh yeh! É isso mesmo, amigos, colegas ou seja qual o grau de proximidade que temos, não abandonei meu blog, não fui seqüestrado por silvícolas ou marcícolas. Vou ser sincero: Bateu uma puta onda de desanimo, acumulada a uma preguiça descomunal e, juntando tudo isso, resultou em um hiato de mais de um mês sem atualizações em meu humilde blog.

Durante esse meio tempo, muita coisa aconteceu e mudou por aqui. Voltei a namorar, o que parecia ser impossível, vendi meu DS e agora tenho um PSP, o que parecia ser ainda mais impossível e retomei os estudos com a faculdade de jornalismo, na Uninove (que é dez), o que já estava quase como caso perdido.

Além disso, passei algumas semanas experimentando o Xbox 360 do meu amigo Toninho. Emprestei o Wii para ele também. E é exatamente sobre isso que vou debater hoje, neste blog que esteve estando (olha que chique! Novos tipos de gerúndio) jogado as traças virtuais.

Ok! Gostei realmente de ter ficado com o Xbox 360 e cuspir no prato que se comeu seria uma injustiça grande com o frigobarzinho. É legal, tem gráficos belíssimos, o serviço da Live é fantástico e toda sua compatibilidade com um PC Windows também, mas faltou alguma coisa. Acho que pelos jogos que o Toninho tem, não deu pra aproveitar muito do multiplayer local, coisa que meus amigos e eu adoramos. Mas valeu a pena mesmo assim. Independente disso, a próxima aquisição será um PlayStation 3.

Só vim deixar um breve sinal de vida. Resisa fez um especial sobre o show da Madonna que fomos em dezembro e devo postá-lo ainda nesta semana. Além disso tudo, tenho novidades quentes, mas vou deixar para o mês que vem. Até a próxima!

Fiquem com o clipe de “Let it Rock”, música que não sai do meu iPod!

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